Día Mundial de la Salud: la OMS y sus socios exigen inversiones urgentes en profesionales de enfermería

Noticias - Honduras - ter, 07/04/2020 - 23:43

7 de abril de 2020 – A pandemia de COVID-19 ressalta a urgente necessidade de fortalecer a força de trabalho global em saúde. Um novo relatório, intitulado The State of the World’s Nursing 2020 (O Estado da Enfermagem no Mundo 2020, em tradução livre ao português), fornece uma visão aprofundada do maior componente da força de trabalho em saúde. As descobertas identificam lacunas importantes na força de trabalho de enfermagem e nas áreas prioritárias para investimento em educação, empregos e liderança para fortalecer a enfermagem em todo o mundo e garantir saúde para todas as pessoas.

Enfermeiras e enfermeiros representam mais da metade de todos os profissionais de saúde do mundo, fornecendo serviços vitais em todo o sistema de saúde. Historicamente, esses profissionais estão na vanguarda do combate a epidemias e pandemias que ameaçam a saúde. Em todo o mundo, estão demonstrando sua compaixão, bravura e coragem ao responder à pandemia de COVID-19: nunca antes seu valor foi demonstrado com tanta clareza.

““Enfermeiras e enfermeiros são a espinha dorsal de qualquer sistema de saúde. Hoje, muitos desses profissionais estão na linha de frente da batalha contra a COVID-19”, afirmou Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS. “Este relatório é um lembrete direto do papel único que desempenham e um alerta para garantir que obtenham o apoio necessário para manter o mundo saudável”.

O relatório, lançado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em parceria com o Conselho Internacional de Enfermeiras (ICN, sigla em inglês)) e Nursing Now, revela que hoje existem pouco menos de 28 milhões de enfermeiros em todo o mundo. Entre 2013 e 2018, os números de pessoal de enfermagem aumentaram 4,7 milhões. Mas isso ainda deixa um déficit global de 5,9 milhões – com as maiores lacunas encontradas em países da África, Sudeste Asiático e da região do Mediterrâneo Oriental (da OMS), além de algumas partes da América Latina.

De acordo com a OMS, é revelador que mais de 80% das enfermeiras e enfermeiros do mundo trabalhem em países que abrigam metade da população mundial. Um em cada oito profissionais de enfermagem trabalha em um país diferente daquele em que nasceu ou foi capacitado. O envelhecimento também ameaça a força de trabalho de enfermagem: espera-se que um em cada seis enfermeiros e enfermeiras do mundo se aposente nos próximos 10 anos.

Para evitar a escassez global de profissionais, o relatório estima que os países que sofrem de escassez precisam aumentar em média 8% o número total de graduados em enfermagem por ano, juntamente com a capacidade aprimorada de empregar e retê-los no sistema de saúde. Isso custaria aproximadamente US$ 10 per capita por ano.

““Políticos entendem o custo de capacitar e manter uma força de trabalho profissional de enfermagem, mas somente agora muitos deles reconhecem seu verdadeiro valor”, disse a presidente da ICN, Annette Kennedy. “Cada centavo investido em enfermagem eleva o bem-estar de pessoas e famílias de maneiras tangíveis e claras para todos verem. Este relatório destaca a contribuição da enfermagem e confirma que o investimento na profissão é um benefício para a sociedade, não um custo. O mundo precisa de mais milhões de enfermeiras e enfermeiros, e estamos pedindo aos governos que façam a coisa certa, invistam nessa maravilhosa profissão e assistam suas populações se beneficiarem do incrível trabalho que somente estes profissionais podem fazer.”

Cerca de 90% de todos profissionais de enfermagem são mulheres, mas poucas delas estão em cargos de liderança – a maior parte deles é ocupada por homens. Contudo, quando países que permitem às enfermeiras assumir papeis de liderança, como chefe de enfermagem (ou equivalente), e programas de liderança em enfermagem, como condições melhores para os profissionais da área.

““Este relatório apresenta dados e evidências muito necessários para fortalecer a liderança da enfermagem, aprimorar sua prática e capacitar essa força de trabalho para o futuro”, afirmou Lord Nigel Crisp, copresidente da iniciativa Nursing Now. “Nós acreditamos que opções políticas refletem ações que acreditamos que todos os países podem realizar nos próximos dez anos para garantir que haja enfermeiros e enfermeiras suficientes em todos os países e que esses profissionais usem todos os seus conhecimentos, capacidades e escopo profissional para melhorar a atenção primária à saúde e responder a emergências de saúde, como a causada pela COVID-19. Isso deve começar com um diálogo amplo e intersetorial, que posiciona as evidências de enfermagem no contexto do sistema de saúde de um país, força de trabalho em saúde e prioridades de saúde.”

Para equipar o mundo com a força de trabalho de enfermagem do qual precisa, a OMS e seus parceiros recomendam que todos os países:

  • Aumentem o financiamento para capacitar e empregar mais enfermeiras e enfermeiros
  • Fortaleçam a capacidade de coletar, analisar e agir sobre dados referentes à força de trabalho em saúde
  • Monitorem a mobilidade e a migração de enfermeiras e enfermeiros e gerenciá-las de forma responsável e ética
  • Eduquem e capacitem enfermeiras e enfermeiros em habilidades científicas, tecnológicas e sociológicas necessárias para impulsionar o progresso na atenção primária à saúde
  • Estabeleçam posições de liderança, incluindo enfermeiras em cargos de chefia, e apoiem o desenvolvimento da liderança entre jovens enfermeiras.
  • Garantam que enfermeiras e enfermeiros das equipes de atenção primária à saúde trabalhem em todo o seu potencial, por exemplo, na prevenção e manejo de doenças crônicas não transmissíveis
  • Melhorem as condições de trabalho: níveis seguros de pessoal, salários justos, direitos à saúde e segurança ocupacional
  • Implementem políticas sensíveis às questões de gênero para a força de trabalho de enfermagem
  • Modernizem a regulamentação profissional da enfermagem, harmonizando padrões de educação e prática e usando sistemas que possam reconhecer e processar as credenciais desses profissionais em todo o mundo
  • Fortaleçam o papel de enfermeiras e enfermeiros nas equipes de assistência, reunindo diferentes setores (saúde, educação, imigração, finanças e trabalho) junto às partes interessadas da enfermagem para o diálogo sobre políticas e o planejamento da força de trabalho

A mensagem do relatório é clara: os governos precisam investir em uma aceleração massiva do ensino de enfermagem, na criação de empregos e na liderança. Sem enfermeiras, enfermeiros, obstetrizes e outros profissionais de saúde, os países não podem vencer a batalha contra epidemias ou alcançar a saúde universal e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Acesse o relatório em inglês: https://www.who.int/publications-detail/nursing-report-2020.

Publicación: 

Descargar documento

Autor:  Organización Mundial de la Salud

Fecha de publicación: Abril de 2020

Resumen: El informe sobre el estado de la enfermería en el mundo 2020 proporciona la evidencia y las opciones de política más recientes y actualizadas para la fuerza laboral mundial de enfermería. También presenta un caso convincente para una inversión considerable, aunque factible, en educación de enfermería, empleos y liderazgo.

Idiomas: English (resumen) | English (informe completo)

 

 

Día Mundial de la Salud: la OMS y sus socios exigen inversiones urgentes en profesionales de enfermería

Noticias - Guatemala - ter, 07/04/2020 - 23:43

7 de abril de 2020 – A pandemia de COVID-19 ressalta a urgente necessidade de fortalecer a força de trabalho global em saúde. Um novo relatório, intitulado The State of the World’s Nursing 2020 (O Estado da Enfermagem no Mundo 2020, em tradução livre ao português), fornece uma visão aprofundada do maior componente da força de trabalho em saúde. As descobertas identificam lacunas importantes na força de trabalho de enfermagem e nas áreas prioritárias para investimento em educação, empregos e liderança para fortalecer a enfermagem em todo o mundo e garantir saúde para todas as pessoas.

Enfermeiras e enfermeiros representam mais da metade de todos os profissionais de saúde do mundo, fornecendo serviços vitais em todo o sistema de saúde. Historicamente, esses profissionais estão na vanguarda do combate a epidemias e pandemias que ameaçam a saúde. Em todo o mundo, estão demonstrando sua compaixão, bravura e coragem ao responder à pandemia de COVID-19: nunca antes seu valor foi demonstrado com tanta clareza.

““Enfermeiras e enfermeiros são a espinha dorsal de qualquer sistema de saúde. Hoje, muitos desses profissionais estão na linha de frente da batalha contra a COVID-19”, afirmou Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS. “Este relatório é um lembrete direto do papel único que desempenham e um alerta para garantir que obtenham o apoio necessário para manter o mundo saudável”.

O relatório, lançado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em parceria com o Conselho Internacional de Enfermeiras (ICN, sigla em inglês)) e Nursing Now, revela que hoje existem pouco menos de 28 milhões de enfermeiros em todo o mundo. Entre 2013 e 2018, os números de pessoal de enfermagem aumentaram 4,7 milhões. Mas isso ainda deixa um déficit global de 5,9 milhões – com as maiores lacunas encontradas em países da África, Sudeste Asiático e da região do Mediterrâneo Oriental (da OMS), além de algumas partes da América Latina.

De acordo com a OMS, é revelador que mais de 80% das enfermeiras e enfermeiros do mundo trabalhem em países que abrigam metade da população mundial. Um em cada oito profissionais de enfermagem trabalha em um país diferente daquele em que nasceu ou foi capacitado. O envelhecimento também ameaça a força de trabalho de enfermagem: espera-se que um em cada seis enfermeiros e enfermeiras do mundo se aposente nos próximos 10 anos.

Para evitar a escassez global de profissionais, o relatório estima que os países que sofrem de escassez precisam aumentar em média 8% o número total de graduados em enfermagem por ano, juntamente com a capacidade aprimorada de empregar e retê-los no sistema de saúde. Isso custaria aproximadamente US$ 10 per capita por ano.

““Políticos entendem o custo de capacitar e manter uma força de trabalho profissional de enfermagem, mas somente agora muitos deles reconhecem seu verdadeiro valor”, disse a presidente da ICN, Annette Kennedy. “Cada centavo investido em enfermagem eleva o bem-estar de pessoas e famílias de maneiras tangíveis e claras para todos verem. Este relatório destaca a contribuição da enfermagem e confirma que o investimento na profissão é um benefício para a sociedade, não um custo. O mundo precisa de mais milhões de enfermeiras e enfermeiros, e estamos pedindo aos governos que façam a coisa certa, invistam nessa maravilhosa profissão e assistam suas populações se beneficiarem do incrível trabalho que somente estes profissionais podem fazer.”

Cerca de 90% de todos profissionais de enfermagem são mulheres, mas poucas delas estão em cargos de liderança – a maior parte deles é ocupada por homens. Contudo, quando países que permitem às enfermeiras assumir papeis de liderança, como chefe de enfermagem (ou equivalente), e programas de liderança em enfermagem, como condições melhores para os profissionais da área.

““Este relatório apresenta dados e evidências muito necessários para fortalecer a liderança da enfermagem, aprimorar sua prática e capacitar essa força de trabalho para o futuro”, afirmou Lord Nigel Crisp, copresidente da iniciativa Nursing Now. “Nós acreditamos que opções políticas refletem ações que acreditamos que todos os países podem realizar nos próximos dez anos para garantir que haja enfermeiros e enfermeiras suficientes em todos os países e que esses profissionais usem todos os seus conhecimentos, capacidades e escopo profissional para melhorar a atenção primária à saúde e responder a emergências de saúde, como a causada pela COVID-19. Isso deve começar com um diálogo amplo e intersetorial, que posiciona as evidências de enfermagem no contexto do sistema de saúde de um país, força de trabalho em saúde e prioridades de saúde.”

Para equipar o mundo com a força de trabalho de enfermagem do qual precisa, a OMS e seus parceiros recomendam que todos os países:

  • Aumentem o financiamento para capacitar e empregar mais enfermeiras e enfermeiros
  • Fortaleçam a capacidade de coletar, analisar e agir sobre dados referentes à força de trabalho em saúde
  • Monitorem a mobilidade e a migração de enfermeiras e enfermeiros e gerenciá-las de forma responsável e ética
  • Eduquem e capacitem enfermeiras e enfermeiros em habilidades científicas, tecnológicas e sociológicas necessárias para impulsionar o progresso na atenção primária à saúde
  • Estabeleçam posições de liderança, incluindo enfermeiras em cargos de chefia, e apoiem o desenvolvimento da liderança entre jovens enfermeiras.
  • Garantam que enfermeiras e enfermeiros das equipes de atenção primária à saúde trabalhem em todo o seu potencial, por exemplo, na prevenção e manejo de doenças crônicas não transmissíveis
  • Melhorem as condições de trabalho: níveis seguros de pessoal, salários justos, direitos à saúde e segurança ocupacional
  • Implementem políticas sensíveis às questões de gênero para a força de trabalho de enfermagem
  • Modernizem a regulamentação profissional da enfermagem, harmonizando padrões de educação e prática e usando sistemas que possam reconhecer e processar as credenciais desses profissionais em todo o mundo
  • Fortaleçam o papel de enfermeiras e enfermeiros nas equipes de assistência, reunindo diferentes setores (saúde, educação, imigração, finanças e trabalho) junto às partes interessadas da enfermagem para o diálogo sobre políticas e o planejamento da força de trabalho

A mensagem do relatório é clara: os governos precisam investir em uma aceleração massiva do ensino de enfermagem, na criação de empregos e na liderança. Sem enfermeiras, enfermeiros, obstetrizes e outros profissionais de saúde, os países não podem vencer a batalha contra epidemias ou alcançar a saúde universal e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Acesse o relatório em inglês: https://www.who.int/publications-detail/nursing-report-2020.

Publicación: 

Descargar documento

Autor:  Organización Mundial de la Salud

Fecha de publicación: Abril de 2020

Resumen: El informe sobre el estado de la enfermería en el mundo 2020 proporciona la evidencia y las opciones de política más recientes y actualizadas para la fuerza laboral mundial de enfermería. También presenta un caso convincente para una inversión considerable, aunque factible, en educación de enfermería, empleos y liderazgo.

Idiomas: English (resumen) | English (informe completo)

 

 

Día Mundial de la Salud: la OMS y sus socios exigen inversiones urgentes en profesionales de enfermería

Noticias - Belice - ter, 07/04/2020 - 23:43

7 de abril de 2020 – A pandemia de COVID-19 ressalta a urgente necessidade de fortalecer a força de trabalho global em saúde. Um novo relatório, intitulado The State of the World’s Nursing 2020 (O Estado da Enfermagem no Mundo 2020, em tradução livre ao português), fornece uma visão aprofundada do maior componente da força de trabalho em saúde. As descobertas identificam lacunas importantes na força de trabalho de enfermagem e nas áreas prioritárias para investimento em educação, empregos e liderança para fortalecer a enfermagem em todo o mundo e garantir saúde para todas as pessoas.

Enfermeiras e enfermeiros representam mais da metade de todos os profissionais de saúde do mundo, fornecendo serviços vitais em todo o sistema de saúde. Historicamente, esses profissionais estão na vanguarda do combate a epidemias e pandemias que ameaçam a saúde. Em todo o mundo, estão demonstrando sua compaixão, bravura e coragem ao responder à pandemia de COVID-19: nunca antes seu valor foi demonstrado com tanta clareza.

““Enfermeiras e enfermeiros são a espinha dorsal de qualquer sistema de saúde. Hoje, muitos desses profissionais estão na linha de frente da batalha contra a COVID-19”, afirmou Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS. “Este relatório é um lembrete direto do papel único que desempenham e um alerta para garantir que obtenham o apoio necessário para manter o mundo saudável”.

O relatório, lançado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em parceria com o Conselho Internacional de Enfermeiras (ICN, sigla em inglês)) e Nursing Now, revela que hoje existem pouco menos de 28 milhões de enfermeiros em todo o mundo. Entre 2013 e 2018, os números de pessoal de enfermagem aumentaram 4,7 milhões. Mas isso ainda deixa um déficit global de 5,9 milhões – com as maiores lacunas encontradas em países da África, Sudeste Asiático e da região do Mediterrâneo Oriental (da OMS), além de algumas partes da América Latina.

De acordo com a OMS, é revelador que mais de 80% das enfermeiras e enfermeiros do mundo trabalhem em países que abrigam metade da população mundial. Um em cada oito profissionais de enfermagem trabalha em um país diferente daquele em que nasceu ou foi capacitado. O envelhecimento também ameaça a força de trabalho de enfermagem: espera-se que um em cada seis enfermeiros e enfermeiras do mundo se aposente nos próximos 10 anos.

Para evitar a escassez global de profissionais, o relatório estima que os países que sofrem de escassez precisam aumentar em média 8% o número total de graduados em enfermagem por ano, juntamente com a capacidade aprimorada de empregar e retê-los no sistema de saúde. Isso custaria aproximadamente US$ 10 per capita por ano.

““Políticos entendem o custo de capacitar e manter uma força de trabalho profissional de enfermagem, mas somente agora muitos deles reconhecem seu verdadeiro valor”, disse a presidente da ICN, Annette Kennedy. “Cada centavo investido em enfermagem eleva o bem-estar de pessoas e famílias de maneiras tangíveis e claras para todos verem. Este relatório destaca a contribuição da enfermagem e confirma que o investimento na profissão é um benefício para a sociedade, não um custo. O mundo precisa de mais milhões de enfermeiras e enfermeiros, e estamos pedindo aos governos que façam a coisa certa, invistam nessa maravilhosa profissão e assistam suas populações se beneficiarem do incrível trabalho que somente estes profissionais podem fazer.”

Cerca de 90% de todos profissionais de enfermagem são mulheres, mas poucas delas estão em cargos de liderança – a maior parte deles é ocupada por homens. Contudo, quando países que permitem às enfermeiras assumir papeis de liderança, como chefe de enfermagem (ou equivalente), e programas de liderança em enfermagem, como condições melhores para os profissionais da área.

““Este relatório apresenta dados e evidências muito necessários para fortalecer a liderança da enfermagem, aprimorar sua prática e capacitar essa força de trabalho para o futuro”, afirmou Lord Nigel Crisp, copresidente da iniciativa Nursing Now. “Nós acreditamos que opções políticas refletem ações que acreditamos que todos os países podem realizar nos próximos dez anos para garantir que haja enfermeiros e enfermeiras suficientes em todos os países e que esses profissionais usem todos os seus conhecimentos, capacidades e escopo profissional para melhorar a atenção primária à saúde e responder a emergências de saúde, como a causada pela COVID-19. Isso deve começar com um diálogo amplo e intersetorial, que posiciona as evidências de enfermagem no contexto do sistema de saúde de um país, força de trabalho em saúde e prioridades de saúde.”

Para equipar o mundo com a força de trabalho de enfermagem do qual precisa, a OMS e seus parceiros recomendam que todos os países:

  • Aumentem o financiamento para capacitar e empregar mais enfermeiras e enfermeiros
  • Fortaleçam a capacidade de coletar, analisar e agir sobre dados referentes à força de trabalho em saúde
  • Monitorem a mobilidade e a migração de enfermeiras e enfermeiros e gerenciá-las de forma responsável e ética
  • Eduquem e capacitem enfermeiras e enfermeiros em habilidades científicas, tecnológicas e sociológicas necessárias para impulsionar o progresso na atenção primária à saúde
  • Estabeleçam posições de liderança, incluindo enfermeiras em cargos de chefia, e apoiem o desenvolvimento da liderança entre jovens enfermeiras.
  • Garantam que enfermeiras e enfermeiros das equipes de atenção primária à saúde trabalhem em todo o seu potencial, por exemplo, na prevenção e manejo de doenças crônicas não transmissíveis
  • Melhorem as condições de trabalho: níveis seguros de pessoal, salários justos, direitos à saúde e segurança ocupacional
  • Implementem políticas sensíveis às questões de gênero para a força de trabalho de enfermagem
  • Modernizem a regulamentação profissional da enfermagem, harmonizando padrões de educação e prática e usando sistemas que possam reconhecer e processar as credenciais desses profissionais em todo o mundo
  • Fortaleçam o papel de enfermeiras e enfermeiros nas equipes de assistência, reunindo diferentes setores (saúde, educação, imigração, finanças e trabalho) junto às partes interessadas da enfermagem para o diálogo sobre políticas e o planejamento da força de trabalho

A mensagem do relatório é clara: os governos precisam investir em uma aceleração massiva do ensino de enfermagem, na criação de empregos e na liderança. Sem enfermeiras, enfermeiros, obstetrizes e outros profissionais de saúde, os países não podem vencer a batalha contra epidemias ou alcançar a saúde universal e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Acesse o relatório em inglês: https://www.who.int/publications-detail/nursing-report-2020.

Publicación: 

Descargar documento

Autor:  Organización Mundial de la Salud

Fecha de publicación: Abril de 2020

Resumen: El informe sobre el estado de la enfermería en el mundo 2020 proporciona la evidencia y las opciones de política más recientes y actualizadas para la fuerza laboral mundial de enfermería. También presenta un caso convincente para una inversión considerable, aunque factible, en educación de enfermería, empleos y liderazgo.

Idiomas: English (resumen) | English (informe completo)

 

 

OPS/OMS lanza curso virtual para la prevención y control de infecciones (PCI) causadas por el nuevo coronavirus (COVID-19)

Noticias - Uruguay - ter, 07/04/2020 - 03:34

La Organización Panamericana de la Salud (OPS) de la Organización Mundial de la Salud (OMS) ofrece un nuevo curso virtual para calificar la respuesta de los servicios de salud en el manejo de casos Covid-19. El curso virtual proporciona información para profesionales de la salud con el objetivo de la aplicación adecuada de medidas de prevención y control para garantizar la seguridad en el manejo de la enfermedad entre los profesionales de la salud y los pacientes infectados. El curso está disponible en la plataforma del Campus Virtual de Salud Pública de la OPS/OMS en portugués, español e inglés.

Entre las medidas necesarias para la prevención y el control de la infección por COVID-19 promovida por la OMS, el curso enfatiza las acciones para reducir el contagio entre las personas y las prácticas para identificar, aislar e informar casos sospechosos y confirmados. Al final del curso, los profesionales de la salud deberían ser capaces de:

  • Definir CPI y su rol en términos de preparación, disposición y respuesta;
  • Describir la situación epidemiológica actual del COVID-19, con definiciones de los casos, signos y síntomas incluidos;
  • Definir el control de la fuente, los controles administrativos y los controles técnicos y de ambiente;
  • Conocer las medidas de prevención y control de la infección, recomendadas por la Organización Mundial de la Salud para los centros de salud, incluidos los casos de sospecha o confirmación de COVID-19;
  • Establecer y poner en práctica medidas complementarias de prevención y control de la infección para colaborar en la preparación general del centro de salud.

Acceda al curso:

Español | Inglês | Portugués

 

OPS/OMS lanza curso virtual para la prevención y control de infecciones (PCI) causadas por el nuevo coronavirus (COVID-19)

Noticias - República Dominicana - ter, 07/04/2020 - 03:34

La Organización Panamericana de la Salud (OPS) de la Organización Mundial de la Salud (OMS) ofrece un nuevo curso virtual para calificar la respuesta de los servicios de salud en el manejo de casos Covid-19. El curso virtual proporciona información para profesionales de la salud con el objetivo de la aplicación adecuada de medidas de prevención y control para garantizar la seguridad en el manejo de la enfermedad entre los profesionales de la salud y los pacientes infectados. El curso está disponible en la plataforma del Campus Virtual de Salud Pública de la OPS/OMS en portugués, español e inglés.

Entre las medidas necesarias para la prevención y el control de la infección por COVID-19 promovida por la OMS, el curso enfatiza las acciones para reducir el contagio entre las personas y las prácticas para identificar, aislar e informar casos sospechosos y confirmados. Al final del curso, los profesionales de la salud deberían ser capaces de:

  • Definir CPI y su rol en términos de preparación, disposición y respuesta;
  • Describir la situación epidemiológica actual del COVID-19, con definiciones de los casos, signos y síntomas incluidos;
  • Definir el control de la fuente, los controles administrativos y los controles técnicos y de ambiente;
  • Conocer las medidas de prevención y control de la infección, recomendadas por la Organización Mundial de la Salud para los centros de salud, incluidos los casos de sospecha o confirmación de COVID-19;
  • Establecer y poner en práctica medidas complementarias de prevención y control de la infección para colaborar en la preparación general del centro de salud.

Acceda al curso:

Español | Inglês | Portugués

 

OPS/OMS lanza curso virtual para la prevención y control de infecciones (PCI) causadas por el nuevo coronavirus (COVID-19)

Noticias - Panamá - ter, 07/04/2020 - 03:34

La Organización Panamericana de la Salud (OPS) de la Organización Mundial de la Salud (OMS) ofrece un nuevo curso virtual para calificar la respuesta de los servicios de salud en el manejo de casos Covid-19. El curso virtual proporciona información para profesionales de la salud con el objetivo de la aplicación adecuada de medidas de prevención y control para garantizar la seguridad en el manejo de la enfermedad entre los profesionales de la salud y los pacientes infectados. El curso está disponible en la plataforma del Campus Virtual de Salud Pública de la OPS/OMS en portugués, español e inglés.

Entre las medidas necesarias para la prevención y el control de la infección por COVID-19 promovida por la OMS, el curso enfatiza las acciones para reducir el contagio entre las personas y las prácticas para identificar, aislar e informar casos sospechosos y confirmados. Al final del curso, los profesionales de la salud deberían ser capaces de:

  • Definir CPI y su rol en términos de preparación, disposición y respuesta;
  • Describir la situación epidemiológica actual del COVID-19, con definiciones de los casos, signos y síntomas incluidos;
  • Definir el control de la fuente, los controles administrativos y los controles técnicos y de ambiente;
  • Conocer las medidas de prevención y control de la infección, recomendadas por la Organización Mundial de la Salud para los centros de salud, incluidos los casos de sospecha o confirmación de COVID-19;
  • Establecer y poner en práctica medidas complementarias de prevención y control de la infección para colaborar en la preparación general del centro de salud.

Acceda al curso:

Español | Inglês | Portugués

 

OPS/OMS lanza curso virtual para la prevención y control de infecciones (PCI) causadas por el nuevo coronavirus (COVID-19)

Noticias - Nicaragua - ter, 07/04/2020 - 03:34

La Organización Panamericana de la Salud (OPS) de la Organización Mundial de la Salud (OMS) ofrece un nuevo curso virtual para calificar la respuesta de los servicios de salud en el manejo de casos Covid-19. El curso virtual proporciona información para profesionales de la salud con el objetivo de la aplicación adecuada de medidas de prevención y control para garantizar la seguridad en el manejo de la enfermedad entre los profesionales de la salud y los pacientes infectados. El curso está disponible en la plataforma del Campus Virtual de Salud Pública de la OPS/OMS en portugués, español e inglés.

Entre las medidas necesarias para la prevención y el control de la infección por COVID-19 promovida por la OMS, el curso enfatiza las acciones para reducir el contagio entre las personas y las prácticas para identificar, aislar e informar casos sospechosos y confirmados. Al final del curso, los profesionales de la salud deberían ser capaces de:

  • Definir CPI y su rol en términos de preparación, disposición y respuesta;
  • Describir la situación epidemiológica actual del COVID-19, con definiciones de los casos, signos y síntomas incluidos;
  • Definir el control de la fuente, los controles administrativos y los controles técnicos y de ambiente;
  • Conocer las medidas de prevención y control de la infección, recomendadas por la Organización Mundial de la Salud para los centros de salud, incluidos los casos de sospecha o confirmación de COVID-19;
  • Establecer y poner en práctica medidas complementarias de prevención y control de la infección para colaborar en la preparación general del centro de salud.

Acceda al curso:

Español | Inglês | Portugués

 

OPS/OMS lanza curso virtual para la prevención y control de infecciones (PCI) causadas por el nuevo coronavirus (COVID-19)

Noticias - Honduras - ter, 07/04/2020 - 03:34

La Organización Panamericana de la Salud (OPS) de la Organización Mundial de la Salud (OMS) ofrece un nuevo curso virtual para calificar la respuesta de los servicios de salud en el manejo de casos Covid-19. El curso virtual proporciona información para profesionales de la salud con el objetivo de la aplicación adecuada de medidas de prevención y control para garantizar la seguridad en el manejo de la enfermedad entre los profesionales de la salud y los pacientes infectados. El curso está disponible en la plataforma del Campus Virtual de Salud Pública de la OPS/OMS en portugués, español e inglés.

Entre las medidas necesarias para la prevención y el control de la infección por COVID-19 promovida por la OMS, el curso enfatiza las acciones para reducir el contagio entre las personas y las prácticas para identificar, aislar e informar casos sospechosos y confirmados. Al final del curso, los profesionales de la salud deberían ser capaces de:

  • Definir CPI y su rol en términos de preparación, disposición y respuesta;
  • Describir la situación epidemiológica actual del COVID-19, con definiciones de los casos, signos y síntomas incluidos;
  • Definir el control de la fuente, los controles administrativos y los controles técnicos y de ambiente;
  • Conocer las medidas de prevención y control de la infección, recomendadas por la Organización Mundial de la Salud para los centros de salud, incluidos los casos de sospecha o confirmación de COVID-19;
  • Establecer y poner en práctica medidas complementarias de prevención y control de la infección para colaborar en la preparación general del centro de salud.

Acceda al curso:

Español | Inglês | Portugués

 

OPS/OMS lanza curso virtual para la prevención y control de infecciones (PCI) causadas por el nuevo coronavirus (COVID-19)

Noticias - Guatemala - ter, 07/04/2020 - 03:34

La Organización Panamericana de la Salud (OPS) de la Organización Mundial de la Salud (OMS) ofrece un nuevo curso virtual para calificar la respuesta de los servicios de salud en el manejo de casos Covid-19. El curso virtual proporciona información para profesionales de la salud con el objetivo de la aplicación adecuada de medidas de prevención y control para garantizar la seguridad en el manejo de la enfermedad entre los profesionales de la salud y los pacientes infectados. El curso está disponible en la plataforma del Campus Virtual de Salud Pública de la OPS/OMS en portugués, español e inglés.

Entre las medidas necesarias para la prevención y el control de la infección por COVID-19 promovida por la OMS, el curso enfatiza las acciones para reducir el contagio entre las personas y las prácticas para identificar, aislar e informar casos sospechosos y confirmados. Al final del curso, los profesionales de la salud deberían ser capaces de:

  • Definir CPI y su rol en términos de preparación, disposición y respuesta;
  • Describir la situación epidemiológica actual del COVID-19, con definiciones de los casos, signos y síntomas incluidos;
  • Definir el control de la fuente, los controles administrativos y los controles técnicos y de ambiente;
  • Conocer las medidas de prevención y control de la infección, recomendadas por la Organización Mundial de la Salud para los centros de salud, incluidos los casos de sospecha o confirmación de COVID-19;
  • Establecer y poner en práctica medidas complementarias de prevención y control de la infección para colaborar en la preparación general del centro de salud.

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OPS/OMS lanza curso virtual para la prevención y control de infecciones (PCI) causadas por el nuevo coronavirus (COVID-19)

Noticias - Belice - ter, 07/04/2020 - 03:34

La Organización Panamericana de la Salud (OPS) de la Organización Mundial de la Salud (OMS) ofrece un nuevo curso virtual para calificar la respuesta de los servicios de salud en el manejo de casos Covid-19. El curso virtual proporciona información para profesionales de la salud con el objetivo de la aplicación adecuada de medidas de prevención y control para garantizar la seguridad en el manejo de la enfermedad entre los profesionales de la salud y los pacientes infectados. El curso está disponible en la plataforma del Campus Virtual de Salud Pública de la OPS/OMS en portugués, español e inglés.

Entre las medidas necesarias para la prevención y el control de la infección por COVID-19 promovida por la OMS, el curso enfatiza las acciones para reducir el contagio entre las personas y las prácticas para identificar, aislar e informar casos sospechosos y confirmados. Al final del curso, los profesionales de la salud deberían ser capaces de:

  • Definir CPI y su rol en términos de preparación, disposición y respuesta;
  • Describir la situación epidemiológica actual del COVID-19, con definiciones de los casos, signos y síntomas incluidos;
  • Definir el control de la fuente, los controles administrativos y los controles técnicos y de ambiente;
  • Conocer las medidas de prevención y control de la infección, recomendadas por la Organización Mundial de la Salud para los centros de salud, incluidos los casos de sospecha o confirmación de COVID-19;
  • Establecer y poner en práctica medidas complementarias de prevención y control de la infección para colaborar en la preparación general del centro de salud.

Acceda al curso:

Español | Inglês | Portugués

 

Curso virtual sobre enfermedades ocasionadas por virus respiratorios emergentes, incluido el COVID-19

Noticias - Uruguay - seg, 16/03/2020 - 13:48

La Organización Panamericana de la Salud (OPS) de la Organización Mundial de la Salud (OMS) ofrece un curso introductorio sobre COVID-19 y otros virus respiratorios emergentes, a través de la plataforma del Campus Virtual de Salud Pública de la institución, en portugués, Español, francés e inglés. El curso está dirigido a profesionales de la salud pública con el objetivo de calificar la respuesta del sector de la salud a la pandemia de Covid-19, causada por el virus de la familia del coronavirus.

Los coronavirus es una gran familia de virus conocidos por causar enfermedades que van desde un resfriado común hasta manifestaciones clínicas más severas como el Síndrome Respiratorio por el Coronavirus de Oriente Medio (MERS) y Síndrome Respiratorio Agudo Grave (SARS), en 2019 en Wuhan, China. Este es un nuevo coronavirus que no se ha identificado previamente en humanos.
 
El curso consta de cinco módulos:
  • Virus respiratorios emergentes, incluido el COVID-19: Introducción
  • Módulo A: Introducción a los virus respiratorios emergentes, incluido el COVID-19
  • Módulo B: Detectar virus respiratorios emergentes, incluido el COVID-19: Control e investigación de laboratorio
  • Módulo C: Comunicación de riesgo y participación comunitaria
  • Módulo D: Prevención y respuesta a un nuevo virus respiratorio, incluido el COVID-19

Este curso es una traducción al español de la versión original en inglés. Para participar, regístrese en el sitio web del Campus Virtual de Salud Pública de la OPS/OMS.

 

Curso virtual sobre enfermedades ocasionadas por virus respiratorios emergentes, incluido el COVID-19

Noticias - República Dominicana - seg, 16/03/2020 - 13:48

La Organización Panamericana de la Salud (OPS) de la Organización Mundial de la Salud (OMS) ofrece un curso introductorio sobre COVID-19 y otros virus respiratorios emergentes, a través de la plataforma del Campus Virtual de Salud Pública de la institución, en portugués, Español, francés e inglés. El curso está dirigido a profesionales de la salud pública con el objetivo de calificar la respuesta del sector de la salud a la pandemia de Covid-19, causada por el virus de la familia del coronavirus.

Los coronavirus es una gran familia de virus conocidos por causar enfermedades que van desde un resfriado común hasta manifestaciones clínicas más severas como el Síndrome Respiratorio por el Coronavirus de Oriente Medio (MERS) y Síndrome Respiratorio Agudo Grave (SARS), en 2019 en Wuhan, China. Este es un nuevo coronavirus que no se ha identificado previamente en humanos.
 
El curso consta de cinco módulos:
  • Virus respiratorios emergentes, incluido el COVID-19: Introducción
  • Módulo A: Introducción a los virus respiratorios emergentes, incluido el COVID-19
  • Módulo B: Detectar virus respiratorios emergentes, incluido el COVID-19: Control e investigación de laboratorio
  • Módulo C: Comunicación de riesgo y participación comunitaria
  • Módulo D: Prevención y respuesta a un nuevo virus respiratorio, incluido el COVID-19

Este curso es una traducción al español de la versión original en inglés. Para participar, regístrese en el sitio web del Campus Virtual de Salud Pública de la OPS/OMS.

 

Curso virtual sobre enfermedades ocasionadas por virus respiratorios emergentes, incluido el COVID-19

Noticias - Panamá - seg, 16/03/2020 - 13:48

La Organización Panamericana de la Salud (OPS) de la Organización Mundial de la Salud (OMS) ofrece un curso introductorio sobre COVID-19 y otros virus respiratorios emergentes, a través de la plataforma del Campus Virtual de Salud Pública de la institución, en portugués, Español, francés e inglés. El curso está dirigido a profesionales de la salud pública con el objetivo de calificar la respuesta del sector de la salud a la pandemia de Covid-19, causada por el virus de la familia del coronavirus.

Los coronavirus es una gran familia de virus conocidos por causar enfermedades que van desde un resfriado común hasta manifestaciones clínicas más severas como el Síndrome Respiratorio por el Coronavirus de Oriente Medio (MERS) y Síndrome Respiratorio Agudo Grave (SARS), en 2019 en Wuhan, China. Este es un nuevo coronavirus que no se ha identificado previamente en humanos.
 
El curso consta de cinco módulos:
  • Virus respiratorios emergentes, incluido el COVID-19: Introducción
  • Módulo A: Introducción a los virus respiratorios emergentes, incluido el COVID-19
  • Módulo B: Detectar virus respiratorios emergentes, incluido el COVID-19: Control e investigación de laboratorio
  • Módulo C: Comunicación de riesgo y participación comunitaria
  • Módulo D: Prevención y respuesta a un nuevo virus respiratorio, incluido el COVID-19

Este curso es una traducción al español de la versión original en inglés. Para participar, regístrese en el sitio web del Campus Virtual de Salud Pública de la OPS/OMS.

 

Curso virtual sobre enfermedades ocasionadas por virus respiratorios emergentes, incluido el COVID-19

Noticias - Nicaragua - seg, 16/03/2020 - 13:48

La Organización Panamericana de la Salud (OPS) de la Organización Mundial de la Salud (OMS) ofrece un curso introductorio sobre COVID-19 y otros virus respiratorios emergentes, a través de la plataforma del Campus Virtual de Salud Pública de la institución, en portugués, Español, francés e inglés. El curso está dirigido a profesionales de la salud pública con el objetivo de calificar la respuesta del sector de la salud a la pandemia de Covid-19, causada por el virus de la familia del coronavirus.

Los coronavirus es una gran familia de virus conocidos por causar enfermedades que van desde un resfriado común hasta manifestaciones clínicas más severas como el Síndrome Respiratorio por el Coronavirus de Oriente Medio (MERS) y Síndrome Respiratorio Agudo Grave (SARS), en 2019 en Wuhan, China. Este es un nuevo coronavirus que no se ha identificado previamente en humanos.
 
El curso consta de cinco módulos:
  • Virus respiratorios emergentes, incluido el COVID-19: Introducción
  • Módulo A: Introducción a los virus respiratorios emergentes, incluido el COVID-19
  • Módulo B: Detectar virus respiratorios emergentes, incluido el COVID-19: Control e investigación de laboratorio
  • Módulo C: Comunicación de riesgo y participación comunitaria
  • Módulo D: Prevención y respuesta a un nuevo virus respiratorio, incluido el COVID-19

Este curso es una traducción al español de la versión original en inglés. Para participar, regístrese en el sitio web del Campus Virtual de Salud Pública de la OPS/OMS.

 

Curso virtual sobre enfermedades ocasionadas por virus respiratorios emergentes, incluido el COVID-19

Noticias - Honduras - seg, 16/03/2020 - 13:48

La Organización Panamericana de la Salud (OPS) de la Organización Mundial de la Salud (OMS) ofrece un curso introductorio sobre COVID-19 y otros virus respiratorios emergentes, a través de la plataforma del Campus Virtual de Salud Pública de la institución, en portugués, Español, francés e inglés. El curso está dirigido a profesionales de la salud pública con el objetivo de calificar la respuesta del sector de la salud a la pandemia de Covid-19, causada por el virus de la familia del coronavirus.

Los coronavirus es una gran familia de virus conocidos por causar enfermedades que van desde un resfriado común hasta manifestaciones clínicas más severas como el Síndrome Respiratorio por el Coronavirus de Oriente Medio (MERS) y Síndrome Respiratorio Agudo Grave (SARS), en 2019 en Wuhan, China. Este es un nuevo coronavirus que no se ha identificado previamente en humanos.
 
El curso consta de cinco módulos:
  • Virus respiratorios emergentes, incluido el COVID-19: Introducción
  • Módulo A: Introducción a los virus respiratorios emergentes, incluido el COVID-19
  • Módulo B: Detectar virus respiratorios emergentes, incluido el COVID-19: Control e investigación de laboratorio
  • Módulo C: Comunicación de riesgo y participación comunitaria
  • Módulo D: Prevención y respuesta a un nuevo virus respiratorio, incluido el COVID-19

Este curso es una traducción al español de la versión original en inglés. Para participar, regístrese en el sitio web del Campus Virtual de Salud Pública de la OPS/OMS.

 

Curso virtual sobre enfermedades ocasionadas por virus respiratorios emergentes, incluido el COVID-19

Noticias - Guatemala - seg, 16/03/2020 - 13:48

La Organización Panamericana de la Salud (OPS) de la Organización Mundial de la Salud (OMS) ofrece un curso introductorio sobre COVID-19 y otros virus respiratorios emergentes, a través de la plataforma del Campus Virtual de Salud Pública de la institución, en portugués, Español, francés e inglés. El curso está dirigido a profesionales de la salud pública con el objetivo de calificar la respuesta del sector de la salud a la pandemia de Covid-19, causada por el virus de la familia del coronavirus.

Los coronavirus es una gran familia de virus conocidos por causar enfermedades que van desde un resfriado común hasta manifestaciones clínicas más severas como el Síndrome Respiratorio por el Coronavirus de Oriente Medio (MERS) y Síndrome Respiratorio Agudo Grave (SARS), en 2019 en Wuhan, China. Este es un nuevo coronavirus que no se ha identificado previamente en humanos.
 
El curso consta de cinco módulos:
  • Virus respiratorios emergentes, incluido el COVID-19: Introducción
  • Módulo A: Introducción a los virus respiratorios emergentes, incluido el COVID-19
  • Módulo B: Detectar virus respiratorios emergentes, incluido el COVID-19: Control e investigación de laboratorio
  • Módulo C: Comunicación de riesgo y participación comunitaria
  • Módulo D: Prevención y respuesta a un nuevo virus respiratorio, incluido el COVID-19

Este curso es una traducción al español de la versión original en inglés. Para participar, regístrese en el sitio web del Campus Virtual de Salud Pública de la OPS/OMS.

 

Curso virtual sobre enfermedades ocasionadas por virus respiratorios emergentes, incluido el COVID-19

Noticias - Belice - seg, 16/03/2020 - 13:48

La Organización Panamericana de la Salud (OPS) de la Organización Mundial de la Salud (OMS) ofrece un curso introductorio sobre COVID-19 y otros virus respiratorios emergentes, a través de la plataforma del Campus Virtual de Salud Pública de la institución, en portugués, Español, francés e inglés. El curso está dirigido a profesionales de la salud pública con el objetivo de calificar la respuesta del sector de la salud a la pandemia de Covid-19, causada por el virus de la familia del coronavirus.

Los coronavirus es una gran familia de virus conocidos por causar enfermedades que van desde un resfriado común hasta manifestaciones clínicas más severas como el Síndrome Respiratorio por el Coronavirus de Oriente Medio (MERS) y Síndrome Respiratorio Agudo Grave (SARS), en 2019 en Wuhan, China. Este es un nuevo coronavirus que no se ha identificado previamente en humanos.
 
El curso consta de cinco módulos:
  • Virus respiratorios emergentes, incluido el COVID-19: Introducción
  • Módulo A: Introducción a los virus respiratorios emergentes, incluido el COVID-19
  • Módulo B: Detectar virus respiratorios emergentes, incluido el COVID-19: Control e investigación de laboratorio
  • Módulo C: Comunicación de riesgo y participación comunitaria
  • Módulo D: Prevención y respuesta a un nuevo virus respiratorio, incluido el COVID-19

Este curso es una traducción al español de la versión original en inglés. Para participar, regístrese en el sitio web del Campus Virtual de Salud Pública de la OPS/OMS.

 

Países de la Región de las Américas comienzan monitoreo del Plan de Acción sobre RHS

Noticias - Uruguay - sex, 13/03/2020 - 10:58

A partir de marzo de 2020, la OPS/OMS puso a disposición el Sistema de Monitoreo del Plan de Acción de Recursos Humanos para el Acceso Universal a la Salud y la Cobertura Universal de Salud 2018-2023, que refleja los compromisos asumidos por los países de las Américas en el año 2017, cuando aprobaron la Estrategia Regional orientada a las politicas de Recursos Humanos para la Salud.

A través del sistema de monitoreo, los países presentarán en las reuniones del Consejo Directivo de la OPS/OMS del próximo año el progreso de la implementación del Plan de Acción de RHS. La primera reunión para discutir el tema está programada para junio del próximo año.

El Plan de Acción está organizado en objetivos, indicadores y atributos para abordar las tres lineas principales de la Estrategia Regional de RHS: 1) fortalecer y consolidar la gobernanza y rectoría de los recursos humanos para la salud ; 2) desarrollar condiciones y capacidades de los recursos humanos para la salud para ampliar el acceso y la cobertura de salud con equidad y calidad ; y 3) concertar con el sector educativo para dar respuesta a las necesidades de los sistemas de salud en transformación hacia el acceso universal a la salud y la cobertura universal de salud.

 

 

 

 

Países de la Región de las Américas comienzan monitoreo del Plan de Acción sobre RHS

Noticias - República Dominicana - sex, 13/03/2020 - 10:58

A partir de marzo de 2020, la OPS/OMS puso a disposición el Sistema de Monitoreo del Plan de Acción de Recursos Humanos para el Acceso Universal a la Salud y la Cobertura Universal de Salud 2018-2023, que refleja los compromisos asumidos por los países de las Américas en el año 2017, cuando aprobaron la Estrategia Regional orientada a las politicas de Recursos Humanos para la Salud.

A través del sistema de monitoreo, los países presentarán en las reuniones del Consejo Directivo de la OPS/OMS del próximo año el progreso de la implementación del Plan de Acción de RHS. La primera reunión para discutir el tema está programada para junio del próximo año.

El Plan de Acción está organizado en objetivos, indicadores y atributos para abordar las tres lineas principales de la Estrategia Regional de RHS: 1) fortalecer y consolidar la gobernanza y rectoría de los recursos humanos para la salud ; 2) desarrollar condiciones y capacidades de los recursos humanos para la salud para ampliar el acceso y la cobertura de salud con equidad y calidad ; y 3) concertar con el sector educativo para dar respuesta a las necesidades de los sistemas de salud en transformación hacia el acceso universal a la salud y la cobertura universal de salud.

 

 

 

 

Países de la Región de las Américas comienzan monitoreo del Plan de Acción sobre RHS

Noticias - Panamá - sex, 13/03/2020 - 10:58

A partir de marzo de 2020, la OPS/OMS puso a disposición el Sistema de Monitoreo del Plan de Acción de Recursos Humanos para el Acceso Universal a la Salud y la Cobertura Universal de Salud 2018-2023, que refleja los compromisos asumidos por los países de las Américas en el año 2017, cuando aprobaron la Estrategia Regional orientada a las politicas de Recursos Humanos para la Salud.

A través del sistema de monitoreo, los países presentarán en las reuniones del Consejo Directivo de la OPS/OMS del próximo año el progreso de la implementación del Plan de Acción de RHS. La primera reunión para discutir el tema está programada para junio del próximo año.

El Plan de Acción está organizado en objetivos, indicadores y atributos para abordar las tres lineas principales de la Estrategia Regional de RHS: 1) fortalecer y consolidar la gobernanza y rectoría de los recursos humanos para la salud ; 2) desarrollar condiciones y capacidades de los recursos humanos para la salud para ampliar el acceso y la cobertura de salud con equidad y calidad ; y 3) concertar con el sector educativo para dar respuesta a las necesidades de los sistemas de salud en transformación hacia el acceso universal a la salud y la cobertura universal de salud.

 

 

 

 

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